Artrose do polegar

Rizartrose: tratamento da artrose do polegar em Belo Horizonte

Dor na base do polegar ao abrir potes, girar a chave ou torcer roupa é o sinal mais comum da rizartrose. Do tratamento clínico à cirurgia minimamente invasiva, há solução para cada estágio.

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Mãos de uma pessoa idosa em close, com as articulações do polegar em destaque, comuns na rizartrose

Rizartrose é a artrose da base do polegar, na articulação entre o osso trapézio e o primeiro metacarpo. É a artrose mais frequente da mão e uma das principais causas de perda de força de pinça depois dos 50 anos. Em Belo Horizonte, o cirurgião de mão Dr. Henrique Cembranelli trata a condição em todos os estágios, com recursos que vão da órtese à cirurgia minimamente invasiva.

O que é a rizartrose?

A articulação trapeziometacarpal, na raiz do polegar, tem o formato de uma sela e permite o movimento de oposição, que é o que diferencia a mão humana. Justamente por essa mobilidade, ela depende de ligamentos para se manter estável e suporta cargas altas em cada pinça. Com o tempo, a cartilagem se desgasta, o osso reage formando saliências e a base do polegar tende a escorregar para fora, o que gera dor e deformidade. O nome vem de "rizo", raiz, e "artrose", desgaste articular.

Sintomas da artrose do polegar

  • Dor na base do polegar, no lado da palma, ao fazer pinça e força: abrir pote, girar chave, torcer roupa, escrever;
  • Perda de força de pinça, com objetos escapando entre polegar e indicador;
  • Inchaço e saliência óssea na raiz do polegar, que dá à base da mão um aspecto quadrado;
  • Rigidez e dificuldade de abrir a mão para segurar objetos largos, como um copo;
  • Nos estágios avançados, deformidade em Z, com o polegar recuado e a articulação seguinte hiperestendida.

Causas e fatores de risco

A rizartrose é mais comum em mulheres após a menopausa, pela influência hormonal na frouxidão dos ligamentos. Contribuem também o uso repetitivo de pinça forte ao longo da vida, fraturas antigas da base do polegar, doenças reumatológicas e predisposição familiar. Diferente da tenossinovite de De Quervain, que é inflamação dos tendões e melhora com repouso, a rizartrose é um processo degenerativo que evolui em estágios.

Diagnóstico e estágios

Na consulta, o Dr. Henrique Cembranelli localiza a dor na articulação trapeziometacarpal e realiza o teste de compressão e rotação da base do polegar. A radiografia da mão define o estágio da artrose, do estreitamento inicial do espaço articular até a destruição da articulação e o envolvimento das articulações vizinhas. A ultrassonografia complementa a avaliação, mostra a inflamação da cápsula e guia a infiltração quando indicada. O estágio radiográfico e a intensidade dos sintomas juntos definem o tratamento.

Tratamento da rizartrose em Belo Horizonte

Tratamento clínico

Nos estágios iniciais, a órtese que estabiliza a base do polegar durante as atividades reduz a dor e a progressão da deformidade. Somam-se a proteção articular no dia a dia, o uso de utensílios com cabos mais grossos, exercícios de fortalecimento dos músculos que centralizam a articulação e anti-inflamatórios por períodos curtos.

Infiltrações guiadas por ultrassom e ortobiológicos

Quando a dor limita as atividades, a infiltração dentro da articulação, guiada pelo ultrassom, alivia por meses. Podem ser usados corticoide, ácido hialurônico ou ortobiológicos, como o plasma rico em plaquetas, escolhidos conforme o estágio e o perfil do paciente. A precisão do ultrassom é decisiva numa articulação pequena e profunda como esta.

Cirurgia minimamente invasiva

Nos casos em que o tratamento clínico não controla mais a dor, existem opções cirúrgicas adaptadas ao estágio. Nos estágios iniciais e intermediários, a artroscopia da articulação trapeziometacarpal permite limpar a articulação, tratar a cartilagem e estabilizar os ligamentos por incisões mínimas, com recuperação mais rápida. Nos estágios avançados, a artroplastia de suspensão, com retirada do trapézio e reconstrução ligamentar, elimina a dor de forma duradoura e preserva a força de pinça. O Dr. Henrique Cembranelli utiliza recursos tecnológicos e materiais de referência internacional para essas técnicas, e a escolha é feita em conjunto com o paciente.

Rizartrose não é o mesmo que artrite reumatoide. A rizartrose é desgaste mecânico localizado na base do polegar. Dor e inchaço em várias articulações das duas mãos ao mesmo tempo pedem investigação reumatológica, que o especialista em mão orienta quando necessário.

Recuperação após a cirurgia da rizartrose

Após a artroscopia, o polegar é protegido por órtese por cerca de três semanas e a fisioterapia começa cedo. Após a artroplastia de suspensão, a imobilização dura de quatro a seis semanas, seguida de reabilitação para recuperar a mobilidade e a força de pinça, com resultado consolidado em torno de três meses. Em ambas, a dor articular desaparece porque a superfície desgastada deixa de ser carregada.

Quando procurar o especialista

Procure avaliação se a dor na base do polegar se repete ao fazer pinça, se a base da mão está inchada ou deformada, ou se objetos passaram a escapar. Conheça a trajetória do Dr. Henrique Cembranelli, ortopedista com residência em Cirurgia da Mão, e os endereços de atendimento em Belo Horizonte.

Perguntas frequentes sobre rizartrose

Rizartrose tem cura?

A artrose não regride, mas a dor da rizartrose tem tratamento eficaz em todos os estágios. Órtese, infiltrações e ortobiológicos controlam os sintomas por anos nos estágios iniciais; nos avançados, a cirurgia elimina a dor de forma duradoura e devolve a função do polegar.

Quais são os estágios da rizartrose?

A classificação radiográfica vai do estágio 1, com articulação preservada e apenas inflamação, ao estágio 4, em que o desgaste atinge também a articulação vizinha entre o trapézio e o escafoide. O estágio orienta a escolha entre tratamento clínico, artroscopia e artroplastia.

A cirurgia da rizartrose tira a força do polegar?

Não. Tanto a artroscopia quanto a artroplastia de suspensão são planejadas para preservar ou recuperar a força de pinça, que geralmente já estava reduzida pela dor. Com a reabilitação, a maioria dos pacientes volta a abrir potes e a fazer força sem dor.

Infiltração de ácido hialurônico ou PRP funciona na rizartrose?

Nos estágios iniciais e intermediários, infiltrações intra-articulares guiadas por ultrassom com ácido hialurônico ou plasma rico em plaquetas reduzem a dor por meses e podem adiar a cirurgia. A indicação é individual e depende do estágio radiográfico.

Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de rizartrose?

Após a artroscopia, cerca de três semanas de órtese e retorno gradual em seis semanas. Após a artroplastia de suspensão, de quatro a seis semanas de imobilização e reabilitação até aproximadamente três meses para o resultado final.

Órtese para rizartrose ajuda?

Sim. A órtese que estabiliza a base do polegar, usada nas atividades que provocam dor, reduz a carga sobre a articulação e é a primeira medida em todos os estágios. O modelo e o tempo de uso são definidos na consulta.

Agendamento

Dor na base do polegar? Avalie o estágio da artrose

Radiografia e ultrassom na avaliação, com plano de tratamento definido pelo Dr. Henrique Cembranelli em Belo Horizonte.

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